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Não, não é nenhuma nova versão do filme do Matt Damon com o Gerry.
Ok, babosas, parem de pensar em sonhos escorregadios com o Gerry no elevador. Eu fiz uma pergunta a alguns posts atrás e ninguém me respondeu.
Meninas, eu preciso saber se alguma de vocês conseguiu ver o site da Convenção Latina e se há alguém cogitando a idéia de ir. Por favor, preciso saber se as brasileiras pensam em ir porque isso já está começando a se agitar entre todas as fãs latinas, isto é, gregas, sulamericanas, espanholas, portuguesas, francesas e todas que por ventura se interessarem.
Quem quiser ir tem que se manifestar e começar a reservar um dim-dim mas eu preciso saber se há algum interesse por parte das brasileiras.
Vocês que entram nas comunidades do Gerry no Orkut por favor divulgem a Convenção Latina. Coloquem o link do site lá, por favor.
E por fim, ninguém me mandou vídeo algum do Gerry a não ser a Luthién, né? Muito bem.
O ULTIMATO BUTLER É O SEGUINTE: ENQUANTO EU NÃO TIVER RESPOSTA DESSES DOIS ASSUNTOS, OS CONTOS ESTÃO CANCELADOS ATÉ O FIM DO ANO. E OLHA QUE EU JÁ TINHA DUAS IDÉIAS EM MENTE FANTÁSTICAS, UMA PARA A TAL FESTA DO CHEFE COM SUA NAMORADA E OUTRA NUMA PRAIA.
AGORA VAI TODO MUNDO FICAR DE CASTIGO AJOELHADA NO MILHO E OLHANDO PARA PAREDE.
E TENHO DITO!
Vamos para algumas news interessantes (rs, rs)
Querem ser extras no próximo filme do Gerry "Game"? Dá para ganhar de 120 a 150 dólares.
Como fazer? Morram e peçam para voltar americanas.
E que tal perder centenas de calorias segurando bolas? Não as do Gerry para desgosto de vocês.
http://www.eveningtimes.co.uk/news/display.var.1720905.0.it_the_slimming_kettle.php
Algumas fotos para vocês se inspirarem e rever alguns filmes nesse fim de semana de friozinho.

Vejam que foto linda.

Terry Sheridan. Hummm, HOT!

TR

Olhem que lindo! Pensem no Chefe. E lembrem-se do castigo. Sim, eu sou uma bruxa.
Beijos, amores e bom fim de semana.
Oi, maravilhosas:
Vocês viram que o GB.net colocou lá a notícia da Convenção Latina? Eu não consigo abrir o site, vocês conseguiram? Quem quiser ir precisa confirmar. Só tendo certeza que haverá um número suficiente de pessoas é que o projeto poderá seguir adiante.
Aqui tem o link do site "Cinema com Rapadura" falando sobre o trailer de PS, I LOVE YOU. Como nós somos meninas muito espertas nós já vimos mas para quem não conseguiu, cliquem aqui:
http://www.cinemacomrapadura.com.br/noticias/8515/divulgado_primeiro_trailer_de_p.s._i_love_you
E "300" ganha mais um prêmio. Dá-lhe, garoto!
http://axcessnews.com/index.php/articles/show/id/12342
Obrigada, Má.
Duas amigas nossas querem fazer uma contribuição com algumas coisas antigas sobre o Gerry. Quem é fã do Gerry há mais tempo e/ou acompanha o blog desde o UOL com certeza já viu. Mas para as novas é novidade. E no fim, para todas é sempre uma delícia (re)ver.
O primeiro é um vídeo do Antonio Banderas cantando "The Phantom of the Opera" com a Sarah Brightman. O Antonio Banderas e o John Travolta se interessaram pelo papel mas graças a Deus o Joel Schumacher procurava um cara mais jovem.
http://www.youtube.com/watch?v=jvX26eHF4jc
O segundo é uma cena do Gerry cantando no filme "Lucy Sullivan is getting married".
http://www.youtube.com/watch?v=dxDWX6Nm-l0
E o terceiro é o vídeo do celular que tem aquela deliciosa mensagem dele falando "Honey, wake up!"
http://www.youtube.com/watch?v=JgPUG2oLQG8
Eu já tenho no meu celular e vocês? Obrigada, Stella.
E por fim, uma foto do Gerry enviada pela Ana Maria quando ele era bem jovem. 
Ele não está parecendo o Selton Mello em "O Auto da Compadecida"? "Não sei, só sei que foi assim..."
Como ele melhorou, né? Nossa, como o tempo faz bem a esse homem. Que Deus o abençoe e que ele tenha uma vida muito longa pois ele melhora a cada ano, para nosso deleite. Amém!
E atenção, babosas ansiosas, o conto está no próximo post. Bem, na verdade, ele está dividido em 3 partes. Espero que vocês não achem chato.
Beijos.
PS: EU ODEIO QUANDO FICA ESSE ESPAÇO GIGANTESCO NO MEIO DO POST. EU NÃO SEI O QUE ACONTECE MAS NÃO TEM JEITO, NÃO ADIANTA EDITAR, NÃO ARRUMA. DESCULPEM POR ESSE TRANSTORNO HORROROSO.
Amores, o Chefe demorou mais apareceu. Mudei o tema mas espero que mesmo assim vocês gostem. Divirtam-se.
- Gerry, preciso que você assine esses documentos. Eles precisam ser despachados ainda hoje.
Ele virou-se na cadeira de frente para mim. Aquele modo de sentar com as pernas abertas, totalmente displicente me matava. E ele sabia disso.
- Ora, ora, porque todo esse agito? - ele perguntou com aquele sorriso safado que eu tanto adoro.
- Porque eu estou atulhada de trabalho. Queria saber saber porque a sexta-feira é o dia mais louco da semana - respondi me inclinando para colocar os papéis sobre a mesa.
- Se eu não ganhar um beijo não te levo no restaurante que te falei - ele provocou passando um dedo pela minha coxa.
- Se você não me levar eu te mato, simples assim.
- Já te disse que admiro esse seu jeito de convencer as pessoas?
Dei um beijo molhado nele e provoquei-o passando a língua por seus lábios.
- Eu tenho ótimos métodos de persuasão - sussurrei próxima à boca dele.
- Eu sei e adoro todos eles. Menos esse último.
Ele começou a assinar os documentos.
- Que tal a gente almoçar juntos hoje?
- Eu adoraria mas você tem almoço marcado com o Sr. Archer hoje, esqueceu?
Ele largou a caneta na mesa e jogou a cabeça para trás de forma dramática.
- Aiiiiiiiii. Esqueci. Ai, que saco! O que será que ele quer?
- Será que é sobre nós? - olhei assustada para ele.
O almoço foi marcado no restaurante preferido do Sr. Archer, o Rubayat da Alameda Santos, às 12:10 em ponto.
Gerry estava um pouco nervoso com esse almoço. O Sr. Archer era o sócio majoritário da empresa e nas raríssimas vezes em que Gerry se encontrara com ele foi em reuniões com os outros diretores. Ele raramente falava pessoalmente com outro diretor e o motivo sempre eram dois: promoção ou demissão. Como ele sabia que não estava havendo nada em relação ao primeiro tópico...Demissão? Não, ele não havia pisado na bola em nada. A não ser no seu relacionamento secreto. Será que não era mais tão secreto assim?
Enquanto se dirigia à mesa, assumiu seu papel de diretor seguro e confiante.
Depois das amenidades costumeiras, o assunto foi introduzido:
- Gerry, meu rapaz, você deve saber que não gosto de rodeios. Um assunto muito delicado chegou aos meus ouvidos e preciso que você me esclareça isso.
O coração de Gerry deu um salto apesar do semblante permanecer inalterado. Ele esperou.
- Você é gay? - a pergunta veio à queima-roupa.
Nesse momento ele sentiu-se mais aliviado. Deu um sorriso.
- Não acredito que esse assunto ainda continua rolando.
- E então, rapaz?
O velho estava com o semblante sério. Seus pequenos olhos azuis fixos nele.
- Não, senhor.
O homem não respondeu. Continuava encarando Gerry, analisando-o e Gerry sustentou o olhar. Nesse momento ele entendeu porque o chamavam de "velha águia". Com certeza nada escapava a esses olhos. E nem aos ouvidos pelo jeito, Gerry pensou.
O Sr. Archer tinha orgulho de conseguir "ler" o caráter de alguém. Considerava isso um verdadeiro dom e ele nunca se enganara. Viu honestidade nos olhos do rapaz mas ainda havia algo escondido e ele queria saber o que era.
- Escute, rapaz, apesar de você ser jovem, é um dos melhores diretores da empresa e eu não gostaria de perdê-lo. Mas você sabe que nossa empresa é muito antiga e tradicionalista - o olhar do velho parecia querer perfurar sua alma.
- E se eu fosse gay? - Gerry sabia que não devia fazer isso mas não consegui evitar desafiá-lo.
Mas o velho gostou disso. Havia paixão ali, desafio, isso era um bom sinal.
- Acredite ou não, eu não prejudicaria minha empresa por causa de preconceito mas eu não posso responder pelos outros sócios.
- Se o problema for esse, senhor, asseguro-lhe que não tenho nenhum relacionamento homossexual.
Por uma fração de segundos ele desviara os olhos e isso não escapara ao velho. Ele agora estava mais curioso do que nunca.
- Mas então existe um relacionamento?
O rapaz na esperava que o inquérito fosse continuar e isso o pegou de surpresa.
- Escute, Gerry, se você tiver mantendo um relacionamento que prejudique a empresa preciso saber disso agora - o velho continuou um tanto ríspido.
Gerry não respondeu, sentia-se desconfortável na cadeira. Seu relacionamento estava em perigo e talvez sua carreira.
- Sr. Archer, não tenho nenhum relacionamento com nenhum homem - ele insistiu na defensiva.
- Então é uma mulher. Ela é casada? Você está tendo um caso com a mulher de algum outro diretor?
- Não, não, senhor.
- E quem é ela?
Ele fechou os olhos se sentindo encurralado. O que diria a ela quando voltasse?
- É minha secretária? - respondeu com um suspiro.
- Sua secretária? - a surpresa na voz do velho foi total.
- Isso é muito curioso. Sobre isso nunca ouvi nada. Interessante...
O velho ficou pensativo mas Gerry percebeu que ele não estava aborrecido e de repente uma ponta de esperança surgiu nele.
- Sabe, filho, quem colocou essa regra na empresa fui eu. E não me arrependo. Tivemos muitas dores de cabeça por causa de relacionamento entre funcionários. A empresa sofreu processos e houve até um caso de agressão. Muito desagradável.
Ele ficou novamente em silêncio. Gerry aguardava nervoso seu veredicto.
- Vou lhe contar algo e espero que não diga nada a ninguém, apesar de achar que você contará para uma certa pessoa.
Gerry o olhou com curiosidade. Era incrível o rumo de tudo aquilo e a "velha águia" não estava aborrecida.
- Conheci minha esposa, Margaret, na empresa que trabalhei anteriormente. Ela era minha secretária.
"Uau, isso é que é revelação", Gerry pensou.
- Mas nunca deixamos que nosso relacionamento interferisse em nosso trabalho. Há quantos tempo vocês estão juntos?
- Há quase três anos, senhor.
- Espantoso! Vocês são muito bons mesmos.
Gerry não sabia se deveria agradecer embora considerasse isso um grande elogio. Não quis arriscar por isso ficou calado.
- Muito bem, tendo em vista que você é um excelente diretor e essa moça se mostrou uma ótima profissional à altura de nossa empresa, não vejo porque me arriscaria a perdê-los. Vocês mostraram maturidade e equilíbrio ao separar as duas coisas. Permitirei que permaneçam na empresa contanto que continuem sendo tão discretos e profissionais quanto foram até agora.
A sensação de alívio que passou pelo corpo de Gerry era indescritível. Estavam salvos.
- Tem minha promessa, senhor.
- Muito bem, então vamos almoçar, estou faminto.
E a conversa mudou para assuntos da empresa. O velho Archer viu o rapaz nervoso dar lugar a um profissional seguro, confiante e astuto. "Ele era um líder nato e tinha um grande futuro na empresa", pensou.
De volta à empresa, Gerry passou pela minha mesa.
- Venha até minha sala, por favor.
Ao passar ele trancou a porta e me rodopiou nos braços.
- O que aconteceu? Por que a demora? Eu quase morri do coração.
Ele me apertou nos braços e disse me beijando:
- O velho Archer já sabe sobre nós.
- Sabe? Como?
- Eu contei.
- Contou? E isso é motivo de alegria? Não estamos na rua?
E ele me contou tudo o que houve no almoço.
- E por isso hoje nós vamos comemorar naquele restaurante.
Nesse momento começou a tocar "Temptation" da Diane Krall. Alguns casais estavam na pista.
- Vamos dançar - levantei e estendi a mão para ele.
Ele me apertou nos braços, a mão grande e forte apoiada em minhas costas nuas, colei bem corpo ao dele, aproveitando a camuflagem da meia luz da pista. Nos beijamos com sensualidade, ele deslizou a boca por meu rosto e mordeu levemente meu pescoço. Não pude evitar um gemido.
A morena cantava "Temptation, Temptation, I can't resist" e eu não queria resistir. O desejo estava tomando conta de nós, era quase palpável. Meu coração batia descompassado.
Quando a música terminou eu disse:
- Preciso ir ao banheiro.
Quando voltei para mesa disse:
- Por favor, peça a conta.
Ele me olhou intrigado.
- Por quê?
- Porque eu acabei de tirar minha calcinha e quero fazer amor com você naquele elevador.
Ele me olhou como se não tivesse acreditando em seus próprios ouvidos.
- O quê?
E eu repeti o pedido, encarando-o com a maior naturalidade do mundo embora o coração estivesse a mil.
Nesse momento o garçom aproximou-se.
- Desejam mais alguma coisa?
"Se nós lhe contássemos o que desejamos, você não acreditaria" pensei comigo.
- Eu, er, eu...a conta, por favor - Gerry estava totalmente incrédulo com o que acabara de ouvir.
Ele me olhava e procurava o garçom com o olhar e me olhava de novo. Seu olhar parecia querer comprovar se o que eu dissera era verdade. Achei isso muito engraçado.
Quando o garçom voltou ele arrancou a conta das mãos do rapaz, deu uma olhada, tirou algumas notas e me puxou pela mão.
- O troco, senhor - o garçom disse espantado.
Virei-me rapidamente e respondi:
- Pode ficar.
Gerry apertou o botão do elevador várias vezes como se isso fosse acelerar sua subida. Peguei sua mão e passei pela minha cintura e discretamente fiz com que ela deslizasse pelo meu quadril para que ele percebesse que não havia barreira nenhuma sob o vestido.
Ele me olhou com um sorriso e vi um desejo nervoso em seus olhos.
Finalmente o elevador chegou e mal as portas se fecharam ele me empurrou contra a parede me beijando sensualmente. Uma mão cobriu um seio e a outra desceu por entre minhas pernas ansiosa. Ele não pôde deixar de gemer. Nem eu.
Seus lábios desceram pelo meu pescoço. Rapidamente ele afastou o tecido que cobria o seio e sua boca o envolveu. Eu também o tocava. Ele era puro desejo.
Vi os números dos andares decrescerem. Abri o zíper da calça dele. Ele apoio uma perna minha em um braço, ajeitou-se entre minhas pernas e me penetrou de vez.
Minhas unhas afundavam na camisa dele e eu gemia com seus movimentos vigorosos. Os lábios dele tinham um gosto delicioso de vinho.
Chegamos ao décimo andar.
- Gerry... - sussurrei.
Ele acelerou mais os movimentos e eu afundei o rosto no ombro dele sentindo meu corpo perder o controle.
Saímos do elevador com a cara mais cínica do mundo.
Meninas, espero que tenham gostado.
Beijos.